Dezembro 4, 2007...7:26 pm

[8] Diários – parte 1 de 135

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Deu no Minas Gerais (diário oficial do Estado):

O filho do Mauricio Campos é biito!

A (desleal) concorrência não se intimidou:

Alv�ssaras!

E, num tocante esforço editorial:

Mais alvissaras ainda!Mais alvissaras ainda!

…O que provoca o seguinte comentário, por parte de um (experiente, sábio) conviva:

“Minas é o único lugar onde a criminalidade cai.”

E meu (juvenil, impulsivo) complemento:

“Ou então o único lugar onde as pessoas acreditam no que estão lendo…”

* * *

E fecham-se as matracas, antes que alguém seja exonerado/remanejado.

* * *

A “paz” do (cretino, despolitizante) selinho dos Associados já foi conquistada. 

Os endividados e prudentes de espírito que a preservem.

Leitãozinho não sabe que vira pururuca

8 Comentários

  • Esse porquinho é simpático.
    O blog do moleque é bom!

  • go on playing doll. if you get fucked, we pay you just to blog.

  • esse post foi só pq eu obviamente duvidei da sua capacidade criativa na semana passada?

    se for, ok, venceu a parada. mas outras semanas virão.

    (note que antecipei a tendência de pessoas enlouquecidas atrás desse porco…)

  • A criminalidade não cai, visto que é um substantivo abstrato…

    Enfim, os fins justificam os meios? Quando seu presidente Aécio Tolentino disser que os crimes violentos no Brasil diminuíram, será crível?

    Quando ele disser que o blog de HMilen é muito lido, o que faremos?

    Onde está o senhor Nikolas, O Espanhol? Será que foi vítima de crime não-violento?

    Ao sair à rua, lembre-se de levar, ao menos, a frase que serve de acionamento para o herói latino: “Ó, e agora, quem poderá me ajudar?!”

  • E depois, o filho-da-puta é o Lula.
    Tá bom.

  • Obs.: E o Corínthians? Será que é segundo time do Aécio Tolentino?!

  • Desta vez, tenho que discordar do ilustríssimo H. Milen – já não era sem tempo, né?

    Diz o ditado que “há 3 categorias de mentiras: as normais, as descaradas e as estatísticas”, ou coisa assim.

    O problema é que estatística oficial ainda é o mais confiável arremedo de “verdade” que temos.

    Se o sujeito é assaltado e não presta queixa – como diria Luciano Huck, “tenho mais o que fazer” – o assalto para todos os efeitos não existiu. Azar o dele. Mas há quem ainda acredite no sistema e vira estatística. Se os crimes “estatísticos” diminuem, tudo indica que os crimes “reais” também estão diminuindo.

    De mais a mais, se as estatísticas de criminalidade tivessem “aumentado” 25%, ninguém aqui estava questionando os números, e sim todos estariam pulando no bonde de “essa vida é uma merda”.

    (O que não dá pra saber é se o EM iria manchetear o aumento da criminalidade do mesmo jeito).

    Fora as estatísticas, nosso método de aferição da verdade se limita a experiências pessoais e sensações diárias e homeopáticas de pânico causadas por manchetes do Super 25¢, dosadas pela simpatia ou antipatia (quase sempre antipatia) aos eventuais ocupantes do poder.

    Como diria Sinhozinho Malta, “tô certo ou tô errado”?

    N.E.: Dados oficiais são fonte obrigatória. Já manchetes oficiais duplicadas na “imprensa livre” provocam cócegas e, eventualmente, regurgitos.

  • Exceto, é claro, se alguém se ocupar em realmente somar 2 + 2 contando todas as mortes noticiadas (pelo menos as noticiadas) para criar uma estatística independente, que foi o que o André Dahmer e outros fizeram com o site “Rio Body Count” – mas se cansaram após 6 meses contabilizando presuntos.


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