Deu no Minas Gerais (diário oficial do Estado):

A (desleal) concorrência não se intimidou:

E, num tocante esforço editorial:
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…O que provoca o seguinte comentário, por parte de um (experiente, sábio) conviva:
“Minas é o único lugar onde a criminalidade cai.”
E meu (juvenil, impulsivo) complemento:
“Ou então o único lugar onde as pessoas acreditam no que estão lendo…”
* * *
E fecham-se as matracas, antes que alguém seja exonerado/remanejado.
* * *
A “paz” do (cretino, despolitizante) selinho dos Associados já foi conquistada.
Os endividados e prudentes de espírito que a preservem.

8 Comentários
Dezembro 4, 2007 às 7:33 pm
Esse porquinho é simpático.
O blog do moleque é bom!
Dezembro 4, 2007 às 8:18 pm
go on playing doll. if you get fucked, we pay you just to blog.
Dezembro 4, 2007 às 8:56 pm
esse post foi só pq eu obviamente duvidei da sua capacidade criativa na semana passada?
se for, ok, venceu a parada. mas outras semanas virão.
(note que antecipei a tendência de pessoas enlouquecidas atrás desse porco…)
Dezembro 5, 2007 às 12:21 pm
A criminalidade não cai, visto que é um substantivo abstrato…
Enfim, os fins justificam os meios? Quando seu presidente Aécio Tolentino disser que os crimes violentos no Brasil diminuíram, será crível?
Quando ele disser que o blog de HMilen é muito lido, o que faremos?
Onde está o senhor Nikolas, O Espanhol? Será que foi vítima de crime não-violento?
Ao sair à rua, lembre-se de levar, ao menos, a frase que serve de acionamento para o herói latino: “Ó, e agora, quem poderá me ajudar?!”
Dezembro 5, 2007 às 8:46 pm
E depois, o filho-da-puta é o Lula.
Tá bom.
Dezembro 5, 2007 às 9:00 pm
Obs.: E o Corínthians? Será que é segundo time do Aécio Tolentino?!
Dezembro 11, 2007 às 2:44 pm
Desta vez, tenho que discordar do ilustríssimo H. Milen – já não era sem tempo, né?
Diz o ditado que “há 3 categorias de mentiras: as normais, as descaradas e as estatísticas”, ou coisa assim.
O problema é que estatística oficial ainda é o mais confiável arremedo de “verdade” que temos.
Se o sujeito é assaltado e não presta queixa – como diria Luciano Huck, “tenho mais o que fazer” – o assalto para todos os efeitos não existiu. Azar o dele. Mas há quem ainda acredite no sistema e vira estatística. Se os crimes “estatísticos” diminuem, tudo indica que os crimes “reais” também estão diminuindo.
De mais a mais, se as estatísticas de criminalidade tivessem “aumentado” 25%, ninguém aqui estava questionando os números, e sim todos estariam pulando no bonde de “essa vida é uma merda”.
(O que não dá pra saber é se o EM iria manchetear o aumento da criminalidade do mesmo jeito).
Fora as estatísticas, nosso método de aferição da verdade se limita a experiências pessoais e sensações diárias e homeopáticas de pânico causadas por manchetes do Super 25¢, dosadas pela simpatia ou antipatia (quase sempre antipatia) aos eventuais ocupantes do poder.
Como diria Sinhozinho Malta, “tô certo ou tô errado”?
Dezembro 11, 2007 às 2:50 pm
Exceto, é claro, se alguém se ocupar em realmente somar 2 + 2 contando todas as mortes noticiadas (pelo menos as noticiadas) para criar uma estatística independente, que foi o que o André Dahmer e outros fizeram com o site “Rio Body Count” – mas se cansaram após 6 meses contabilizando presuntos.