Cults reeditados, clássicos revisitados
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E não vou situar nem contextualizar porra nenhuma
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TOP FAIVE JOGOS DE TABULEIRO para 3 ou mais participantes
1. SCOTLAND YARD – Descubra o assassino, a arma e o motivo. Comece pelo bar ou pelo museu. O melhor caso é o do poeta assassino, no qual as pistas eram dadas em versos.
2. WAR – Domine a Oceania; o resto é sorte, calúnia e difamação (nunca roubei canhõezinhos nem troquei “Ásia e África” por “24 territórios à minha escolha”, e se o fiz foi por força das circunstâncias).
3. IMAGEM E AÇÃO – Desenhe um cacto e o Melo diz “Grande Sertão: Veredas”. E acerta, mesmo que no sertão não exista cacto.
4. COMPATIBILITY – Só para quem comprou nos States ou é chegado de alguém que comprou nos States. Semiótica total.
5. BANCO IMOBILIÁRIO – Ainda não inventaram nada melhor para incutir neo-liberalismo na cabeça das crianças, e é deprimente que alguns idiotas insistam em roubar escandalosamente as notas de 500 quando é muito mais discreto e sensato roubar as de 50 e de 100.
(abril de 2001)
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A revista PLAYBOY nos fez o prestimoso favor de publicar um ranking de futuns no qual Avanço, o preferido de Bruno Paiva e Fonte-Boa, alcançou a última colocação, tendo sido classificado na categoria “Socorro!”. Na categoria “Podia ser melhor, mas podia ser pior”, destacam-se o Axe Fusion habitual de Tiagín e Marco Severo, bem como o Très de Marchand ao qual o editor deste Carol às vezes se submete. Na categoria “Aaaaaah…” constam somente futuns de 50 reais como Hugo Boss, pepepé e não-sei-o-quê, ou seja, robledagens para bichas com arame em demasia.
Ademais, os populares Wild Musk, Spree Limão e Leite de Colônia não foram avaliados, o que é um absurdo. Matéria paga!
(maio de 2001)
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Vagabo, o cão imaginário, em contraposição a Bidu, o cão frugal
Tiagín Máximo tem por hábito passar pela Sala de Redação, atrás de uns Alternativas para seu poodle. Bidu não é como Vagabo, este sim um cão sofisticado e seletivo, que não aceita qualquer jornal. Vagabo exige Valor Econômico, Gazeta Mercantil e às vezes um caderno cultural do eixo Rio-SP após seus movimentos peristálticos.
(maio de 2001)
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DENÚNCIA: Editor do Carol publica e-mail em off
Henrique Milen, além de quatro-olhos, é anti-ético. O e-mail publicado no Carol #14 (que começa com PORRA! ou coisa do gênero) tratava-se de uma fofoca particular, e não exatamente de uma coloboração carólica. Não é do meu feitio desprezar meus leitores e adimiradores, já que todo ídolo que se preze só faz este tipo de coisa pelas costas. Enfim, não há como “desdizer” o que foi dito, mas fica o alerta: nunca confie em Henrique Milen, advogados e outros animais peçonhentos.
Nikolas Spagnol, Carol # 16, junho de 2001
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Ilmo Sr Editor
Henrique Müllen,
Gostaria de apresentar aqui minha queixa formal pelo baixo nível alcançado pelo zine-mail chamado Carol.
Esse instrumento “jornalístico” vinha se apresentando um tanto ‘capenga’, mas não deixava de ter matérias de conteúdo razoável. Nos últimos números (principalmente o #15) ele se transformou num ringue de acusações injuriosas contra minha pessoa. O sr, como editor, deveria demonstrar maior autoridade e coibir o uso abusivo de indiretas infundadas.
Bem, em resposta ao colega Othon von Villefort (ariano descendente do genocida Adolph Hitler) gostaria de explicar-lhe: se o dinheiro que antes era destinado à cota de reprografia pelos professores se transformou na bolsa do Colegiado, esse problema não me diz respeito. E lembre-se que a cópia não autorizada é crime. Prefiro meu dinheiro no banco que uma cópia reprográfica. Com relação ao assunto do uso abusivo de poder pelo monitor do Colegiado (que coincidentemente sou eu), quero deixar claro que o poder não é cedido, e sim concedido, portanto, a ação foi legitimada pelos verdadeiros donos do poder institucional. Confesso que fiz a segregação das turmas e que fico muito feliz por você estar na turma Y.
Como você mesmo escreveu uma vez: alea jacta est.
Enfim, espero que o sr, H. Müllen (grafia correta do sobrenome, por ser também ariano), se dedique mais à seleção dos textos que deverão se veiculados pelo zine-mail Carol. E espero também que não censure a saída deste e-mail reposta.
João Paulo (6ºJ), Carol # 16, junho de 2001
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Aos fãs da coluna BarÉ (bando de pudim de cachaça, isso sim):
Não pensem vocês que é fácil ter um gonzo-repórter como Deoroz nos quadros do jornal. Essa coisa de repórter in loco e in trip pode ser divertida para quem acredita em new journalism e outras visões românticas da profissão, mas na hora dos dead lines…Onde a criatividade? Onde o rebuscamento? Onde o BarÉ da semana?
Deoroz. Pobres fãs.
(Carol # 16, junho de 2001)
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Henrique Milen e as citações “blockbusters”
Em fins de 1998 e princípios de 1999, quando o Jornal Gardenal ainda era de papel, Henrique Milen era pra mim apenas mais um colega comunicólogo com quem eu conversava mas sempre esquecia o nome (vide Eu era Etnocentrista e não sabia, Gardenal de Janeiro/2000). Compartilhávamos lugares no 5102, um grupo de trabalho de Estatística, juntamente com a moçambicana Iva (até hoje não sei ao certo por que nós 3 fomos parar no mesmo grupo), entre outras mazelas e afinidades. Certa feita, o dito cujo me apareceu com um livrinho só de frases famosas, e até o ofereceu emprestado, talvez por pura polidez, ao qual recusei prontamente. Em senso-comum, emprestar um livro significa se desfazer do mesmo em definitivo, e eu não queria parecer um cleptomaníaco diante de um quase-desconhecido.
Anos depois, quem vê o editor deste semanário encerrar o número com uma epígrafe elegante e enigmática, acredita tratar-se de um intelectual bem vivido, leitor de mil livros, cheio de referências cosmospolitas. Mas a verdade é que ele tira estas pérolas do tal livrinho de frases a granel que só não foi meu por uma veadagem do destino.
MORAL DA HISTÓRIA:
1) Henrique Milen, além de noveleiro, é falso erudito.
2) Eu, com aquele livrinho, modéstia a parte, seria um falso erudito mais bem-sucedido do que ele.
Nikolas Spagnol (6ºJ), Carol # 17, junho de 2001
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Que porra é essa de “Rave da Amazônia”? Mandaram os clubbers pentearem macaco e eles interpretaram o pedido ao pé da letra.
(Comentário solto em Carol # 18, junho de 2001)
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InvestCAROL
(a seção econômica de Carol)
Cotações (em R$)
ouro(g)……………24,78
dólar(comercial)……2,326
cu do Ronan……….15.000,00
O inesperado advento do cu do Ronan no mercado de ações instaurou entre os keynesianos a seguinte discussão: trata-se de um fundo de commodities ou de um novo indexador?
A questão é salutar. Vejamos: se o cu do Ronan tivesse sua cotação variada segundo as oscilações do mercado, ele poderia ser classificado como commodities, tal como uma saca de café ou um barril de petróleo. Não é o que ocorre, visto que, neste caso, a oferta é fixa e a demanda, desprezível.
Além disso, o valor deste cu ficou estabelecido em R$15.000, talvez variando apenas com as correções monetárias, de tal maneira que o valor de demais mercadorias pode agora ser dado em função do cu do Ronan. Meu Vectra 96 vale 1 cu do Ronan, Edmundo ganha 20 cus do Ronan para não jogar porra nenhuma, Jader roubou 10000 cus do Ronan, etc. Estabeleçamos a unidade monetária como cR, onde 1cR = R$15000.
Quanto ao valor intrínseco da mercadoria, deve-se levar em conta se o frete está incluso e se o governo autorizou o financiamento da compra. Neste caso, uma boa opção é um consórcio.
Luís Siffuf (o analista econômico do Carol)
(Carol # 19, julho de 2001)
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O TESTE CAROL DOS WAFFERS DE CHOCOLATE
Biscoito waffer é uma pérfida invenção feita sob medida para aqueles momentos em que seu organismo e seu padrão de exigência encontram-se debilitados, de tal maneira que você se entope e não consegue mais do que panças enfaradas, pseudo-satisfeitas e, por que não dizer, ronronantes. Alegria de lombriga, isso sim.
Parei. Vamos aos resultados.
TOSTINES: a favor deste fabricante pesa o fato de ter três camadas de chocolate por biscoito, ao invés das duas habituais. Boa crocância e pacote de 200g conferem ao produto excelente relação custo-benefício.
NABISCO: ridículo, para dizer o mínimo. Não tem gosto de chocolate, e sim de açúcar. A multinacional vende gato por lebre num pacote de 140g comumente encontrado por mais de R$1. Só para leigos.
AYMORÉ/LU: a recente anexação da contegense Aymoré pela multinacional com nome de cachorro até agora não foi traduzida em melhorias de sabor e/ou qualidade de seus produtos. No caso dos waffers chocolatinescos, permanece a sensação de quebra-galho interessante por volta das 16h, com não-boas consenquências gastro-intestinais após o oitavo ou nono biscoito.
DANONE/LU. Danone é Aymoré, porém com 40g a menos. Engodo.
CARREFOUR/CHAMPION: farto, barato e bastante glicerinado. Apropriado para visitas famintas, porém nada a ver com o nosso sofisticado paladar.
SÃO LUIZ/NESTLÉ: chocolate ralo, quase bege. Nada demais, mas São Luiz é Nestlé, e os suíços sabem agenciar bons publicitários. Até a sopa em pó transgênica e o Nestogeno proibido na Europa inspiram confiança por aqui.
PARMALAT: este sim. Eis o nosso campeão. Não é tão barato que atraia a atenção dos desesperados, nem tão caro que afaste o interesse de nós, os gourmets. Forte sabor e crocância barulhenta. Devora-se um pacote com relativa facilidade. Se encontrar por menos de 80 centavos, compre todo o estoque.
(Carol # 20)
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Muié denuncia machismo no CAROL
Milen, não pense que eu escrevo só para discordar, mas o seu comentário sobre a minissérie “Presença de Anita” foi absurdamente machista, além de sem sentido.
Em primeiro lugar, é ridículo tratar a mulher como uma mercadoria, como um carro, que você não troca um modelo bom por um pior.Então o Fernando não pode se sentir atraído por uma mulher menos bonita que a dele?
Não pode largar tudo por ela, pois ela é uma “bocuda?”
Além disso, acho que você não pegou bem o espírito da coisa. A personagem de Helena Ranaldi representa o estereótipo da mulher certinha,dedicada ao casamento e submissa ao marido.Anita, por sua vez, pode ser mais feia, mas, por outro lado,é o símbolo da perversão que tanto faz falta na vida de Fernando: ele não se sente atraído por aquela mulher sem atitude que é sua esposa,símbolo de uma vida de tédio e falta de sabor,e sim por aquela que representa a aventura,o prazer, o sabor pela vida.Anita não atrai só pela idade:é esperta, independente,tem atitude.É isso que atrai Fernando – aquela personalidade rica e marcante.
Resumir tudo a uma questão de beleza é simplismo demais, além de ser machista.A minissérie não se reduz a isso, assim como o livro em que Manoel Carlos se inspirou.
Liliane Prata, Carol # 21, agosto de 2001
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A votação para escolha do patrono dos formandos 2001 registrou 1 voto para Newton Cardoso. Gozação ou não, o fato é que tem comunicólogo disposto a negociar muito mais do que o cu – e por bem menos de 15.000…
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Com a escassez de exemplares do jornal-laboratório do 6ºperíodo, cujo encalhe foi doado por Endão&Cia à SLU, nosso mui amigo Tiagín cogita a possibilidade de imprimir nosso e-zine para que seu poodle Bidu possa liberar suas cacas com a classe que o ato exige.
(Comentários soltos em Carol # 22, setembro de 2001)
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LOVE IN THE AFTERNOON
(público-alvo principal: estudantes de jornalismo do 6º período)
Casal deitado na calçada da Avenida Brasil (isso não é uma metáfora), por volta das 15h de quinta. Ele, dormindo o sono dos injustiçados (isso é uma paráfrase infectada por idealismo). Ela, com crostas pretas, na roupa, na pele e no cabelo. Ambos, com as pernas entrelaçadas, como se desfrutassem de um colchão macio: eram ali dois burgueses (isso foi uma ironia).
Com as cabeças ao pé dum orelhão gay (sutil referência às cores do atual vice-lanterna do Campeonato Brasileiro) da Telemar, a poucos metros de rodas em movimento, nada pareciam ter além de um ao outro. Puro amor (embora possa parecer, isso não foi uma ironia, já que sou dos que acreditam que o amor seja essa espécie de loucura que nos separa da (a)normalidade vigorante, atando-nos, ainda que às vezes pateticamente, a pessoas que julgamos ser as pessoas certas).
(setembro de 2001)
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CAROLscar de pior manchete de todos os tempos da semana:
Jornal dos Sports, 12 de setembro: “TRAGÉDIA nos EUA e massacre no Uruguai: Mengo cai de 4″
(setembro de 2001)
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ÔMIBUDSMAN CLANDESTINO RETORNA TRIUNFANTE!
(Tudo bem, o cargo oficialmente é da Carolina C4, mas eu também sou filho de Deus e meu tuim não tem preço)
Pincei três frases do Carol 22 que expõem a falta de coesão editorial deste e-zine:
“Tempos atrás, quando a alemã DER SPIEGEL deu capa para um filósofo que declarou a “morte” da Teoria Crítica dos frankfurtianos, sequei de inveja subdesenvolvida do “assunto da semana” dos doutos germânicos.” Henrique Milen.
“Aguardo os gatinhos e as pistoleiras. Miau.” Emanuela São Pedro (4ºJ)
“Tem gatinhas e gatinhos suculentos? Tem, sim senhor!” A Trupe (coisa de calouros, suponho).
Posto isto, fica óbvio que este e-zine está bem próximo de um Grande Cisma Carólico, do qual vai resultar, além de um Carol condizente com seus principios originais, a sucursal faficheira da Revista Capricho.
(Nikolas Spagnol, Carol # 24)
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“ISLÃ – A DERROTA DO FANATISMO
O mundo respira aliviado com sinais de enfraquecimento na linha dura muçulmana”
(capa da VEJA de 8 de março de 2000)
Meu avô, anti-Freud, é que estava com a razão. “Não acredito em análise”, dizia.
(Carol # 26, outubro de 2001)
12 Comentários
Dezembro 7, 2007 às 10:09 am
E aí Milen, blz?
É aqui que se clica para postar um comentário?
Não sei mais como funcionam esses blogs…
Não entro mais em sites cujos textos ultrapassam um parágrafo, não leio, parei de escrever há tempos. Virei um brasileiro típico.
Abraço. Ronan.
P.S.: Suas piadas estão antigas, sugiro procurar o setor de RH (Reciclagem de Humoristas).rs.
Dezembro 7, 2007 às 10:18 am
Por exemplo, a piada da cotação, está sem correção monetária.rs.
Dezembro 7, 2007 às 12:03 pm
O melhor de tudo é a legenda “pérolas” na charge…
Dezembro 7, 2007 às 3:21 pm
Royalty?
Caiu na “rede” é peixe, amigo Milético…
Dezembro 7, 2007 às 4:05 pm
Bem, em verdade vos digo: “Senhor, perdoai, eles não sabem o que fazem”.
Obs.: Daniel F. está certo: cadê nossos direitos autorais?
Dezembro 7, 2007 às 4:36 pm
Bah… vim aqui atoa.
Dezembro 7, 2007 às 4:56 pm
Eu gostaria muito de ter assistido a essa fase do Carol…
Dezembro 10, 2007 às 11:13 pm
Milen do céu!
Lá fui eu dar uma passeada pela internet, enquanto Francisco dorme, (única maneira de manter contato com o mundo, afinal de contas, só saio de casa para ir ao pediatra), e acabei acessando o Jornal Gardenal!!! Hipertexto é tudo, já dizia Vannevar…
Dezembro 11, 2007 às 3:18 am
Ostracismo é a véia!
Como se o Carol fosse o altar da glória…
Dezembro 17, 2007 às 12:45 am
Ããããnhhhhhawwwwww…
Eu ainda tenho a edição ~zero~ impressa e guardada em alguma caixa…
Para lá se foi depois que Carol não conseguiu vingar o Carol como Projeto Experimental com um povo aí…
Dezembro 19, 2007 às 12:05 am
Nossa, muito legal mesmo…
Uma aula carolística e gardenalesca (também cai lá)
O Nikolas saiu do exílio??
Até!
Dezembro 22, 2007 às 1:25 am
Boas lembranças da época em que o Carol era bom e eu entendia sobre o que se referia o seu conteúdo…
Abraços saudosos (na solidão que a cidade fica nesta época)