Fevereiro 2, 2008...8:56 pm

[38] Enfim, tetas mulatas!

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Um escândalo... 

...depois do outro.

As carnavalescas manchetes do EM dessa sexta-feira intrigam a Corte Momesca. Afinal, que revela, que subentende-se, qual a função do “até” nesses títulos?

“Até pobre tem privilégio?” 

Informação que, na matéria, força a barra para ilustrar o “descontrole” dos gastos com o cartão do demônio, na manchete virou preconceito puro. Dedo de editor? Unha encravada sociológica? Tunga penetrans (de novo?)?

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Pois se a matéria foi, por um lado, bem-apurada, por outro foi sacanamente editada. Além do indisfarçável tom pejorativo a “motoboy e serventes”, recorre a linchamento moral ao publicar a foto da casa do sujeito que teria movimentado R$ 46,7 mil (noffa!) com o Demo card.

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Informação relevante mesmo (daquelas que derrubam a pauta) foi parar lááá no pé da retranca: “O MEC informou que as universidades têm autonomia para indicar os portadores dos cartões corporativos.”

Ué… Então os saques são legais?

Será que por trás de tanto chilique prenuncia-se um novo filão de escândalos midiáticos, algo talvez entendido como ”farrinha dos pobres no poder”?

Já que a farra dos ricos não choca mais ninguém… 

Quase um rascunho de leitor

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Simpatia é quase amor

O buscador nosso de cada dia saúda o Carnaval: 

skin-do

Um improviso que dá de 10 em certas marcas ditas ”sérias”.

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 Momento de reflexão

Nossa idéia de arte

Intervenção assinada por um certo “Rufino”, na Contorno com Grão Mogol, ilustra – muito apropriadamente – uma parede adotada por mijões (homens e cães).

Senhoras não sacam nem aprovam. Flaubert acharia ótimo. 

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Trabalhos de amor perdidos

Pelé ataca novamente

Na arca de Pelé, nosso muy seletivo catador de papiros, temos agora livros e apostilas “desatualizados” (as editoras inventaram isso, né?).

No detalhe, o “Curso de Física” de Beatriz Alvarenga que, se eu tivesse lido com afinco em 1995, certamente estaria hoje em outras intermitências essenciais.

Eu seria um arquiteto almofadinha, pô! – pois o stablishment perdeu um talento reaça, é o que tenho a dizer.  

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Promessa é dívida

Opção 1:

Portela!

Opção 2:

Imperatriz!

(e teje implantado o regime de duplo sentido no título das postagens!)

3 Comentários

  • Se até torneiro mecânico pode ser presidente, não me surpreende que até servente e motoboy tem cartão corporativo!

    Belos peitos… Prefiro os primeiros…

  • Cartões corporativos, que mal tem isso? Só por que nós pagamos o Visa Infinite do ajudante da lanchonete do Palácio do Planalto?! [:O]

    Quem nunca estudou em livros da Beatriz Alvarenga, que atire a primeira pedra!

    Vanessa aprovou esse concurso de peitos?! [:O]

  • Outro dia tentaram fuder um sujeito que tinha gasto 8 contos na Chopperia Pingüim, com o Ourocard Banco do Brasil Corporativo.

    Ora, se gastou 8 contos não foi o suficiente para se embebedar – nem na budega da esquina, e muito menos no caríssimo Pingüim. Na certa, pagou o tira-gosto pra forrar o estômago e foi embora. No máximo, uma Nova Schin (se é que tem disso no Pingüim).

    E saiu uma linha minúscula no UOL, peguei uma lupa, fui ver e estava escrito: “Governo FHC gastava mais”.

    E a Hello Kitty pelo jeito tá cagando, com a mãozinha massageando a barriga turbulenta…


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